FORD CORCEL
Lançado
inicialmente como um sedã 4 portas e a seguir como um coupé (em 1969), o
carro foi bem aceito quando de sua estréia em 1968.O espaço interno e o
acabamento chamavam a atenção, e as inovações mecânicas eram muitas,
bem mais do que o seu concorrente direto, o VW 1600.O Corcel estabeleceu um novo padrão para carros pequenos e médios nacionais: era silencioso, econômico e com nível de onforto surpreendente. Na parte mecânica, o motor 1.3 - mais precisamente 1289 cc - tinha o sistema de radiador selado, uma novidade na época: o aditivo era misturado à água em um recipiente de vidro. Até então, os carros com radiador convencional exigiam onstantes reposições da água evaporada. Tra
ção dianteira já não era uma novidade para os brasileiros, que a conheciam dos DKW Vemag.Um ano depois do lançamento do compacto Corcel, em 1969 a Ford percebeu a oportunidade de ampliar a família e se aproximar do público que sonhava com mais esportividade.O primeiro Corcel GT sim, era mais aparência do que esportividade (teto revestido em vinil e uma faixa no centro do capô e uma na lateral) o motor era o quatro cilindros de 1,3 litro com carburador Solex de corpo duplo; novos coletores de admissão e escape elevavam só a potência do 1,3 litro de 68 para 80 CV, um aumento de 12 CV para aumentar o ânimo da tropa, a aceleração e a velocidade máxima aumentaram um pouco, 0 a 100 km/h era feito em 18 segundos, com 138,53 km/h, em testes de época nas mãos do pil
oto
Emerson Fittipaldi em interlagos este mesmo corcel atingiu velocidades
superiores a 142 km/h, isso dependia da perícia do piloto e do acerto
do motor (carburador bem regulado com uma mistura mais rica, e uma boa
regulagem das valvulas) isso já era o bastante para fazer o corcel
andar bem. O motor mais potente só viria no final de 1971, era o 1,4
litro de 85 CV que já era mais esperto na estrada e fazia
ultrapassagens em quarta.A fábrica fez algumas alterações na aparência geral do carro em 1973, deixando-o um pouco parecido com o Ford Maverick. Os motores passaram a ser o 1.4 usado na linha GT, conhecido como motor XP. Em 1975 o d
Até 1977, este modelo foi recebendo retoques no acabamento, conservando entretanto a mesma aparência, até o lançamento da linha 1978 - era o Corcel II, basicamente com a mesma mecânica porém com uma carroceria totalmente remodelada, que em nada
Em 1985, ganhou a frente do Del Rey (lançado em 1981 e ao qual deu origem - ver reportagem da revista Quatro Rodas de junho de 1981 que cobria o lançamento do Del Rey, sob o título A FORD APOSTA NO REQUINTE) e alguns retoques estilísticos, além de perder a expressão "II" do nome. Este modelo existiu até o ano de 1986, quando foi encerrada sua produção.
O último remanescente da linha, o Pampa, só chegaria ao fim em 1996. Fabricada nas versões normais L e GL, na sofist
icada
Ghia e na especial 1.8 S, de 1991, sempre foi líder de vendas no
segmento. Com sua descontinuação, passava à história uma linha
diversificada e de sucesso, que entre as várias configurações atendeu a
um público fiel por quase três décadas.
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